Um homem próximo das cerejeiras.
Observava o movimento de cada flor que caía pelo chão, ora derrubada pelo vento, ora derrubada pelas próprias árvores.
Olhava com atenção para cada inseto que se aproximava e interagia com elas.
Não deixava de olhar para os passarinhos que pousavam entre galhos e se alimentavam das flores.
As horas passavam e o homem permanecia ali, absorto nas miudezas.
Um homem que se prestou apenas em parar e observar.
Em demorar-se.
Uma raridade.
