
Flutuava sobre as horas corridas,
ao invés de deixar-me oprimir pelo jugo delas.
Paralisava os meus relógios quando achava conveniente
(inclusive meu cinquentenário relógio de parede),
numa resposta rasteira aos burburinhos de que os dias passam mais rápidos.
Porque não há nada mais pessoal do que os ponteiros do tempo.

