
Acordei às cinco
O sol nem raiou,
mas um sabiá
e meu galo põem-se a cantar
A fumaça que sai pela chaminé anuncia - acordei
Na mesa,
café e bolo de milho verde
Um café reforçado,
porque será um dia de muito trabalho
Trabalhar a terra,
cortar e empilhar lenha,
ordenhar vacas e cabras
Meus filhos vivem felizes,
correndo pra lá e pra cá,
com os pés descalços
e seus rostinhos corados
Alguns pensam que sou pobre
Sou o mais rico de todos
Tenho terra boa,
fartura de aipim
e um céu com muito mais estrelas
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